
Fonte: Coletiva.net
PUBLICIDADE | Sexta-feira, 28 de Julho de 2006 | 15:44
MTV é acusada de estimular o voto nulo
Com uma vinheta, no ar há um mês, em que recomenda à sua audiência que "prepare seu saco, os ovos e os tomates", porque vem aí a propaganda política, que chama de "inútil", "marqueteira" e de "papo-furado", a MTV, emissora do Grupo Abril, está sendo acusada de fazer campanha pelo voto nulo.
O prefeito do Rio de Janeiro, Cesar Maia (PFL), publicou em seu "Ex-Blog" um link para vídeo com a vinheta que ele mesmo colocou no site Youtube. "Parece-me completamente inconstitucional agredir todos os candidatos e fazer campanha de voto nulo para a juventude", escreveu Maia, informando que o PFL levaria o vídeo ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
A vinheta, que critica tanto o governo como a oposição, deverá continuar no ar até as eleições. A MTV também apresentará videoclipes de músicas de protesto após o horário eleitoral. A MTV nega que esteja "incitando o voto nulo com a vinheta". "A empresa está amparada pelo direito de liberdade de expressão e informação conforme rege nossa Constituição. Inconstitucional seria a MTV não poder expressar a sua reprovação frente à situação política atual", disse em nota. A mesma opinião tem o ex-ministro do TSE, o advogado Torquato Jardim. Para ele, não há ilegalidade: "É livre expressão do pensamento".
Torves faz apelo para jornalistas não votarem em Lula
Fonte: Coletiva.net
COMUNICAÇÃO | Sexta-feira, 28 de Julho de 2006 | 18:54
Torves faz apelo para jornalistas não votarem em Lula
O presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul, José Carlos Torves, fez um apelo aos profissionais brasileiros para que não votem no candidato Luiz Inácio Lula da Silva à presidência da República, em outubro. A decisão foi adotada em função do veto do presidente ao Projeto de Lei Complementar que atualizava a regulamentação da profissão de jornalista e deverá ser acompanhada por dirigentes de outros sindicatos da categoria no País. "Não podemos apoiar um candidato que cede à pressão de entidades representativas dos empresários, como as associações Nacional de Jornais (ANJ), Brasileira de Rádio e Televisão (Abert) e Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), que se manifestaram contra o projeto. O governo não ouviu os jornalistas, a principal categoria de trabalhadores interessada", explicou Torves.
O presidente do sindicato critica ainda, a retirada do Congresso, no ano passado, do Projeto de Lei que criava o Conselho Federal de Jornalismo (CFJ), apresentado pelo próprio Executivo depois de ser elaborado pela Federação Nacional do Jornalistas (Fenaj). Nesta ocasião, o governo Lula também atendeu aos interesses do empresariado da comunicação. "O presidente ainda aprovou o sistema brasileiro de televisão digital sem debater e consultar os jornalistas. Ouviu novamente apenas o poder midiático", criticou Torves. Na avaliação do presidente, "quem é contra este projeto é contra a organização e fortalecimento dos jornalistas", afirma o dirigente, defendendo o veto dos profissionais brasileiros ao atual presidente.
SBT é processado por exibir programação inadequada para o horário
Fonte: Coletiva.net
COMUNICAÇÃO | Quarta-feira, 26 de Julho de 2006 | 17:26
SBT é processado por exibir programação inadequada para o horário
O SBT pode ser condenado a pagar uma multa de R$ 8 milhões por mais de 120 programas "contendo inadequações" para os horários em que foram ao ar, entre 2004 e início de 2006. O pedido foi do procurador da República Sérgio Suiama, que entrou ontem na Justiça Federal com uma ação civil pública. O procurador também requer uma liminar que obrigue a rede a cumprir a classificação indicativa feita pelo Ministério da Justiça.
A ação se baseia em três investigações por descumprimento da classificação indicativa. É amparada em dados do Ministério da Justiça, que monitora a programação da rede. Um caso grave relatado na ação é o da apresentação, em janeiro de 2004, de "South Park: Maior, Melhor e Sem Cortes". O filme, que é quase um "dicionário de palavrões", foi classificado como impróprio para menores de18 anos. Ele deveria ir ao às 23h, mas foi apresentado a partir das 22h15.
Outro caso grave foi o da exibição no "Programa do Ratinho" de "imagens pornográficas" só adequadas para depois da meia-noite. O programa, apesar de ter classificação para as 21h, foi exibido em 2005 antes das 20h. A ação ainda enumera a transmissão no período matutino ou vespertino de séries e novelas classificadas como inadequadas para antes das 20h, como "The O.C.", "O Vidente" e "Smallville", que vão ao ar nas manhãs de domingo. O SBT não se manifestou.
A Globo também está na mira do Ministério da Justiça, que já comunicou à emissora que está monitorando a novela 'Páginas da Vida' devido a várias denúncias recebidas contra seu conteúdo, que estaria abusando de cenas de sexo. A Globo foi alertada que "se persistirem as inadequações", a novela poderá ser reclassificada para as 22h.
Profissão de jornalista - Redação final do PLC 79/2004
Olá colegas, para quem deseja conhecer o teor e ainda não teve oportunidade, é só clicar: PLC 79/2004.
Tá na mesa do Lula. Ele só precisa sancionar ou vetar. Que facilidade é ser presidente da República heinhô turma?
Abraços a todos e beijos nelas.
Do Comunique-se
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Aí colegas,achei interessante esta notícia (mais ainda a presença do colega francês!)
EFE: Negro apresenta pela primeira vez principal telejornal da França

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Paris, 17 jul (EFE).- O jornalista francês Harry Roselmack se torna nesta segunda-feira (17/07) o primeiro apresentador negro do principal telejornal da França, uma decisão que a cadeia TF1 pretende transformar em uma medida símbolo na luta contra o preconceito.
A TF1 responde assim ao pedido feito há nove meses pelo presidente Jacques Chirac aos veículos para que tornasse "visível" a diversidade étnica do país após os distúrbios do ano passado em bairros pobres da periferia de Paris e de outras cidades francesas.
Roselmack substituirá durante o verão (no hemisfério norte) um dos apresentadores mais conhecidos da França, Patrick Poivre d´Arvor, no telejornal das 20h, que é visto todos os dias por mais de oito milhões de pessoas e tem uma audiência média de 40% de share.
Os pais de Roselmack nasceram na Martinica, ex-colônia francesa e atualmente um departamento de ultramar francês. O jornalista nasceu em Tours, no centro da França, em 1973, e apresentava há alguns meses o telejornal no Canal Plus e em sua rede 24 horas i-tele.
Roselmack não será o primeiro membro de uma minoria étnica a apresentar um telejornal de importância na França, já que a martinicana Audrey Pulvar, também negra, é apresentadora do France 3 desde 2004 e o francês de origem argelina Rachid Arhab foi o apresentador de um telejornal do France 2 entre 1998 e 2000.
Além de critérios étnicos, Roselmack tem o perfil clássico de apresentador de noticiários: bonito, jovem e elegante.
A escolha de Roselmack vem precedida de uma certa polêmica pela suposta influência do ministro do Interior, Nicolas Sarkozy, em sua nomeação.
O jornal Libération afirma que Sarkozy fez o possível para ser o convidado de estréia de Roselmack esta noite para apresentar seu livro Temoignages ("Testemunhos"), que será lançado hoje.
Sarkozy explica no livro seu ativismo para sua candidatura às eleições presidenciais de 2007. A TF1, no entanto, optou por antecipar a entrevista para a noite de domingo.
© Agencia EFE |
CARTA De Ouro Preto - Parte 2
CARTA DE OURO PRETO pARTE 2
é por conta desse pano de fundo multifacetado que o jornalista brasileiro precisa trabalhar pela consolidação de um Código de Ética que seja aplicado por um Conselho Federal dos Jornalistas, visando a valorização da profissão como meio e a liberdade de imprensa e o controle público das comunicações como fins. Como forma de atingirmos este objetivo:
• Promoveremos uma campanha nacional que amplie as alianças e garanta a legitimidade para a reapresentação do projeto do CFJ;
• Reivindicaremos, ainda, a imediata aprovação, pelo Congresso Nacional, do projeto da Lei da Imprensa, cujo substitutivo nº 3.232, aprovado pelos jornalistas brasileiros, tramita há 14 anos e está adormecido nos escaninhos da Câmara dos Deputados desde 1997;
• Reivindicaremos a imediata sanção do projeto que atualiza a regulamentação profissional e consolida o conceito que jornalismo é uma profissão de nível superior.
O 32º Congresso Nacional dos Jornalistas também repudia a decisão equivocada do Governo Lula em optar pelo padrão japonês como base para o Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD). Principalmente, porque mantém a concentração dos meios de comunicação nas mãos dos atuais "donos da mídia", não garante a inclusão social do povo brasileiro, não incentiva o desenvolvimento da indústria nacional, nos isola regionalmente e não prepara o País para a convergência tecnológica. Pior do que tudo, ainda mantém as telecomunicações e a radiodifusão à margem de um processo regulatório que iniciasse pela revisão da legislação da área das comunicações no Brasil e culminasse pelo estabelecimento da democratização da comunicação como um direito social.
São essas as principais questões e posicionamentos que os jornalistas brasileiros debateram, em um evento com presença recorde de profissionais e estudantes, e decidiram informar e comunicar ao Brasil. Fizemos isso em uma localidade histórica; berço do pensamento libertário brasileiro; serra de nuvens baixas e ideais ousados; terra de revoltas tardias, porém, duradouras. Fizemos isso no ano em que a Federação Nacional dos Jornalistas completa seis décadas de relevantes serviços prestados à nossa categoria e a todo o povo brasileiro, na consolidação da democracia e da liberdade de imprensa no Brasil. Fizemos isso porque é nosso dever como profissionais e como cidadãos. Fizemos isso porque acreditamos ser o melhor para a sociedade e para os jornalistas brasileiros. É assim que se vai poder lutar, com a mesma coragem e determinação do passado, e, mais uma vez, vencer.
Ouro Preto, 8 de Julho de 2006.
217º da Inconfidência Mineira
60º ano da Federação Nacional dos Jornalistas - FENAJ
__._,_.___
Carta de Ouro Preto
Aos colegas jornalistas: eis a Carta de Ouro Preto- resultado do Congresso dos Jornalistas realizado no início do mês naquela cidade. Que acham??
CARTA DE OURO PRETO Parte 1
Por ideais ousados e democráticos ainda que tardios
O Brasil e seu movimento popular já enfrentaram grandes desafios: travamos lutas como "O petróleo é nosso", que resultou na criação da Petrobrás nos anos 1950; lutamos contra a ditadura militar; pela anistia política; pelas Diretas Já; pela ética na política. Hoje, mais uma vez, estamos desafiados a confrontar interesses e costumes arraigados da elite oligarquizada e internacionalizada, com um novo sonho, um outro projeto de Nação. O povo brasileiro merece o debate público sobre as questões estruturais da sociedade e a prerrogativa de decisão sobre o seu destino, que são a essência da política.
Nós, jornalistas brasileiros, reunidos neste 32º Congresso Nacional de 5 a 8 de julho de 2006, em Ouro Preto, queremos informar e denunciar ao Brasil um novo estado de coisas. Informar nosso pensamento coletivo a respeito dos desafios profissionais que continuaremos a enfrentar com determinação nos próximos anos, principalmente em relação ao absurdo processo de precarização das relações de trabalho e achatamento salarial imposto pelas principais empresas de comunicação. E denunciar as ameaças que pairam sobre a consolidação da democracia brasileira e impedem a inserção autônoma de nosso País no cenário mundial.
Quando se inicia um novo período de eleições gerais, os brasileiros assistem, atônitos, ao desenrolar de uma crise dos preceitos morais e políticos, que alicerçam e tornam legítimo o processo de redemocratização iniciado com o fim da Ditadura Militar. Diante da gravidade dos fatos, só nos resta recuperar os princípios que inspiraram a criação do movimento pela ética na política nos anos 80. E exigir que todos os candidatos a mandatos eletivos cerrem fileiras contra a corrupção eleitoral, dando mostras claras de um novo pacto com o povo brasileiro, baseado no compromisso com o interesse público e o resgate da dignidade no exercício da política. Ao mesmo tempo, colocaremos a comunicação no centro da política e nos empenharemos na apresentação à sociedade de propostas de políticas públicas de comunicação que sirvam como contribuição a todos os programas de governo.
No âmbito internacional, a consolidação de governos sul-americanos não alinhados aos Estados Unidos, principalmente sob a doutrina Bush, traz sérios transtornos aos interesses estratégicos norte-americanos e, certamente, gera reações. O governo Bush tenta conquistar, por outros meios, o que não garantiu pelas vias democráticas: a vitória de seus aliados locais. Onde não entram tanques, chegam outros instrumentos de peso numa estratégia de dominação: a máquina de propaganda e a corrupção. Não por acaso, o primeiro passo da invasão na região é conquistar "corações e mentes", por meio da hegemonia cultural, a partir do controle dos sistemas de mídia e telecomunicações.
Pessoal
Li esta notícia e resolvi compartilhar com todos. Os ataques do PCC em São paulo merecem outro tipo de tratamento. Agora vem um senador e diz que os ataques estão sendo feitos por razões políticas, não dá pra acreditar!
Alckmin e Serra "estranham" onda de ataques do PCC e pedem apuração
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da
Folha OnlinePolíticos tucanos estranharam a nova onda de ataques do PCC (Primeiro Comando da Capital) durante o período eleitoral e pediram "apuração" para as suspeitas levantadas pelo pefelista Jorge Bornhausen de que haveria uso político da crise de segurança pública no Estado de São Paulo.
"Tem muita coisa estranha por trás de tudo isso, mas não vou fazer nenhuma observação de natureza política. Cabe aos órgãos policiais a investigação profunda dos fatos e suas origens", afirmou Geraldo Alckmin, candidato do PSDB à Presidência. ""Estranho é a forma como ocorre, a época em que ocorre e a maneira como ocorre."
Segundo ele, "é dever investigar quais as ligações do crime organizado, qual a origem e qual é a motivação".
O senador Bornhausen, presidente do PFL, afirmou suspeitar de uma ligação entre o PT e o PCC. "O PT pode estar manuseando, manipulando essas ações", disse ele, em declarações publicadas na edição de hoje da
Folha de S.Paulo.
A declaração do senador pefelista ganhou ressonância com o seu colega de partido e parlamento José Jorge (PE), vice de Alckmin. "Toda vez que tem uma pesquisa a favor do Alckmin, o PCC faz alguma coisa. Isso pode ser coincidência, mas tem acontecido", afirmou. "Eu não tenho informações para dizer isso [sobre a suposta ligação do PT com o PCC]. Não me cabe julgar a declaração do presidente Bornhausen".
O mesmo termo "estranho" foi usado pelo candidato do PSDB ao governo paulista, José Serra, em campanha pelo interior do Estado, que chegou até a lembrar de que um ex-secretário municipal na gestão do PT em São Paulo enfrentou acusações de ter influência sobre perueiros que seriam ligados ao PCC.
As acusações de Bornhausen não ficaram sem resposta pelo PT e pelo Governo Federal.
"Lamento que um senador da República aja de forma tão irresponsável e golpista, usando do oportunismo em um assunto de tamanha gravidade como a crise e a violência que se alastra no Estado de São Paulo", disse o presidente do PT, Ricardo Berzoini, por meio de nota à imprensa.
O ministro Tarso Genro (Relações Institucionais) disse que as declarações eram um "indício claro" de que Bornhausen tentava faturar "eleitoralmente" com a crise. "Eu acho que são declarações que não merecem resposta, porque são de um quilate tão rebaixado, de uma postura tão autoritária e tão caluniosa", afirmou ele.
O presidente da Câmara, deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), criticou hoje o uso político da onda de violência em São Paulo. Sem citar o presidente do PFL, senador Jorge Bornhausen (SC), que acusou o PT de ser ligado à organização criminosa PCC, Aldo Rebelo disse que "acusar A ou B não vai resolver o problema".
"O que nós sabemos é que o PCC está se aproveitando do momento eleitoral para pressionar o governo. Nós sabemos porque temos documentos do PCC criticando o PFL e o PSDB", disse o deputado federal Alberto Goldman, candidato a vice-governador em São Paulo.
Deixemos a seriedade...
Colegas,
Para não sermos tão sérios. Vamos descontrair.
Piada de gaúcho
Gaucho na melhor "casa" do Rio de Janeiro. A Madame abre a porta do bordel
e dá de cara com o Gaúcho vestido a rigor, com direito a bombacha e chapéu
- Eu quero a Natália ! respondeu o Gaúcho
- Caro senhor, a Natália é uma das nossas "meninas" mais caras, eu posso
- Não, eu quero a Natália; insiste o Gaúcho. Então a Natália aparece, um
espetáculo, um monumento, salto alto,corpete, meias, e diz logo ao Gaúcho
que o valor é R$1.000,00 por hora. O Gaúcho nem pisca e, tirando o dinheiro
escondido no bota, diz tudo bem. Então, ela leva-o para o quarto onde eles
passam uma hora inesquecível... com direito a tudo, tudo mesmo. Na noite
seguinte, o Gaúcho aparece novamente e pergunta pela Natália.
Ela estranha porque nenhum cliente dela veio duas noites seguidas e que
ela não faria desconto. O Gaúcho pega a grana novamente e entrega a Natália,
que o leva para o quarto onde a sessão se repete, ainda melhor que no dia
anterior. Na noite seguinte, ninguém acredita.
Mais uma vez o Gaúcho entrega os R$1.000,00 a "menina" e vão para o
quarto e mais uma vez 1 hora de loucura.
Natália não resiste e pergunta ao Gaúcho: Ninguém nunca usou os meus
serviços três noites seguidas, afinal sou a mais cara da casa.
- Sério?! Eu tenho uma tia que mora lá!
- Eu sei, foi ela que pediu para lhe entregar os R$3.000,00 reais...
Tá muito sério este Blog.
Curso Assessoria de Imprensa para Políticos e Campanhas Eleitorais
Sexta-feira, 14 de julho, é o último dia para inscrição no Curso de Assessoria de Imprensa para Políticos e Campanhas Eleitorais, que será realizado nos dias 21 e 22 de julho, em São Paulo
Ministrado pelo especialista em marketing político Marco Iten e equipe, o curso é voltado a profissionais que atuam ou pretendem atuar na área de comunicação de políticos ou em campanhas eleitorais, o curso também é muito procurado por jornalistas da editoria de política, que querem saber mais sobre o tema. Além disso, tem atraído políticos, interessados em saber o que exigir dos profissionais que contratam para a área de comunicação.
Pouco abordada nas faculdades, a área de Assessoria de Imprensa carece de formação adequada. Essa deficiência, observa Marco Iten, gera um alto grau de improvisação por parte da maioria dos profissionais na função de Assessor de Imprensa. "A falta de conhecimento específico leva os profissionais a prática da 'tentativa e do erro' que, na maioria das vezes, gera mais crises do que contribui para melhorar a imagem do assessorado", afirma.
Ele destaca ainda que a maioria das ações movidas na Justiça Eleitoral, que culminam geralmente com a cassação de candidaturas, é gerada por falhas saídas da área de Comunicação. "A maioria dos profissionais da área de Comunicação desconhecem a Lei Eleitoral. Com isso, acabam, sem querer, cometendo 'delitos eleitorais', como por exemplo injúria, difamação, calúnia, material com conteúdo proibido pela legislação vigente e propaganda fora do prazo legal previsto", alerta o especialista.
Tudo isso motivou Marco Iten
a reunir um grupo de profissionais especializados no tema e ministrar o Curso de Assessoria de Imprensa para Políticos e Campanhas Eleitorais. "Nos grupos que formamos, sempre reunimos pessoas de diferentes regiões e realidades profissionais. Essa troca de experiências também enriquece os conhecimentos de todos", afirma ele.
Entre os temas abordados: Técnicas de Planejamento de Comunicação de Candidato; Estratégias de Comunicação de Campanha Eleitoral; Plano Estratégico de Comunicação em Órgãos Públicos e Privados; Conceitos Básicos de Assessoria de Imprensa; Estrutura de Comunicação para uma Campanha Eleitoral; Cuidados com a Mídia TV - Técnicas de Apresentação e de Entrevistas; A Mídia TV em Campanhas Eleitorais; Assessoria de Imprensa do Parlamentar, do Dirigente Executivo e de Órgãos Públicos; Construção da Imagem Pública e Gestão de Crises; e Período Eleitoral: O que pode e o que não pode ser divulgado por Assessorias de Imprensa de Órgãos Públicos e Empresas Governamentais.
Marco Iten atua há quase 30 anos no planejamento e execução de campanhas eleitorais.
Curso: Assessoria de Imprensa para Políticos e Campanhas Eleitorais
Datas: 21 e 22 de Julho de 2006 (sexta-feira e sábado) - Das 9 às 17 horas
Local: Hotel Ibis Congonhas - R. Baronesa de Bela Vista, 801 (Aeroporto de Congonhas)
Inscrições até 14 de Julho: R$ 370,00 por participante
Grupos de três ou mais participantes: R$ 300,00 por inscrito
Estudantes de Comunicação: R$ 300,00 por inscrito (*é necessário comprovar)
Inscreva-se no www.marcoiten.com.br
Texto enviado pela colega Cristine Ribeiro Gallisa
Invasores do MLST são enquadrados na Lei de Segurança Nacional
Tô chegando gambazada
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Jornalistas impedidos de acompanhar candidato do RJ
Fonte:Globo Online
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Na última sexta-feira (07/07), jornalistas que acompanhariam o candidato ao governo do Rio de Janeiro Marcelo Crivella (PRB-RJ) à Favela do Jacarezinho foram impedidos de entrar na comunidade por causa de traficantes. Após meia hora esperando o candidato em frente à entrada da favela, a assessoria de Crivella avisou aos jornalistas que o tráfico restringiu o trabalho da imprensa.
"Desde que fui candidato a prefeito, lembro que a comunidade fazia restrição à entrada da imprensa. Acho isto antidemocrático e sempre peço que permitam que a imprensa faça um cobertura do corpo-a-corpo, mas a liderança da comunidade sempre criou restrições, e é preciso respeitar", afirmou o candidato ao chegar. Crivella permaneceu meia hora no local. |
Os sete "C" na Comunicação Política
Fonte: Comunique-se
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O PM atira. A bala quase acerta o repórter
Cassio Politi
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O cinegrafista se recuperava do susto esforçando-se para enquadrar, com zoom máximo, o policial militar. Não menos aturdido, o repórter narrava a cena. Assim que desligou a câmera, o cinegrafista explodiu de raiva e gritou para o policial, que estava lá embaixo.
— Filho da p...! Olha para mim que vou gravar você, seu filho da p...!
O assistente de iluminação se virou para trás e viu o buraco da bala na parede.
— Meu Deus! Olhem isso aqui.
A bala passou entre a cabeça do cinegrafista e do jornalista do extinto telejornal Aqui Agora, do SBT. O tiro disparado às cegas pelo soldado foi acidentalmente perfeito. Por menos de 20 centímetros, o repórter Gérson de Souza estava vivo. |
Desabafo futebolístico
Texto enviado pela colega Graziana Fraga dos Santos
Fonte: Observatório da Imprensa
Desabafo futebolístico
Postado por Carlos Castilho em 2/7/2006 às 3:06:45 PM
Normalmente não escrevo sobre futebol porque há gente muito mais qualificada do que eu nesta área. Mas hoje não dá para resistir ao desabafo depois do que aconteceu ontem (sábado, primeiro de julho) em Frankfurt.
Está bem, ninguém mais quer falar de futebol depois da derrota contra a França. Mas a ressaca não pode nos impedir de ver uma coisa fundamental: o futebol já não é mais apenas um esporte. É um grande negócio, onde os jogadores viraram commodities e os interesses estão absolutamente globalizados.
Nós deixamos de ser torcedores para virarmos consumidores dos produtos e serviços estampados nas camisetas, uniformes e bonês de jogadores. Nossa emoção foi transformada em combustível para estímulos consumistas.
Nada disto é novidade, mas acho que nesta Copa de 2006, a coisa foi longe demais e nos permitiu ver com mais clareza como fomos manipulados
Os jornais, revistas, emissoras de TV e de rádio foram os encarregados de criar as fórmulas através da quais nossas emoções foram combinadas com interesses comerciais de forma que, torcendo pelo verde amarelo, nós acabassemos valorizando a Nike, Coca Cola, Guaraná Antártica e um monte de outras marcas.
Os jogos desta Copa deixaram de ter os ingredientes básicos do esporte, ou seja, a busca da superação individual e coletiva. Não passaram de exercícios de marketing, cuja pior consequência foi a de inocular na maioria dos torcedores o vírus da dúvida. Será que fomos realmenrte derrotados, ou tudo não passou de um acerto entre patrocinadores? Fomos apáticos na partida contra a França porque fazia parte do script publicitário, ou porque, mais uma vez fomos realmente inferiores aos franceses?
A imprensa tratou de criar um estado de excitação nacional capaz de aplainar o terreno para o consumismo das marcas patrocinadoras. Nunca se viu um fenômeno como este, de exaltação frenética do verde-amarelo, transformado numa marca ou moda mais do que num símbolo de nacionalidade. Nem no regime militar.
A mídia foi coadjuvante na mega operação criada pelos patrocinadores para vender refrigerantes, bancos, automóveis e produtos lácteos, às custas do patriotismo. Agora, ela corre o risco de virar o saco de pancadas de uma opinião publica irritada, frustrada e desiludida, como mostram fartamente os comentários colocados em blogs sobre a Copa.
A imprensa acabou cativa da armadilha montada pelos grandes patrocinadores. Para fazer jus às grandes quotas publicitárias, jornais, revistas e emissoras de TV montaram sistemas bilionários de cobertura, para tentar atrair as maiores audiências possíveis.
Neste esforço acabaram trivializando a cobertura esportiva ao forçar o leitor a se preocupar mais com a bolhas nos pés do Fenômeno do que com a questão dos aumentos salariais de funcionários públicos. Faltou assunto. O público sentiu isto e começou a se mostrar apático e indiferente, diante de uma avalancha publicitária sem precedentes na história da mídia brasileira.
Os torcedores estão cada vez mais convencidos de que foram iludidos, como mostram os comentários da maioria dos blogs que acompanharam o noticiário esportivo. Falta agora agora a imprensa fazer também seu mea culpa.
Aula do Cesar Goes
Eu sei que todos receberam o e-mail abaixo, mas é só pra colocar mais uma coisa nesse nosso blog...hehe
Atualização - 06/07 12h20
Prezado(a) Aluno(a)!
Houve uma alteração na sala que será ministrada a disciplina neste fim de
semana, portanto, na sexta-feira(07/07) e no sábado à tarde(08/07) a aula será
na sala de aula normal (3432A) e somente no sábado de manhã a aula será na sala
101, do bloco 1. Motivo: Solicitação do professor, pois será exibido um filme.
ATT,
*****************************
Dáila Elisa Dorfey
Secretaria de Pós graduação e Extensão
(51)3717-7311
dailadorfey@mx2.unisc.br
*****************************
Prezado(a) Aluno(a)!
Conforme o cronograma, as aulas(07/07 à 22/07) na disciplina Sociedade Civil,
Ação Coletiva e Movimentos Sociais, serão ministradas pelo professor Cesar
Hamilton Brito de Goes na sala 3432A no Bloco 34.
O material(polígrafo) que foi entregue em sala de aula no dia 24/06 será
utilizado na referente disciplina.
ATT,
*****************************
Dáila Elisa Dorfey
Secretaria de Pós graduação e Extensão
(51)3717-7311
dailadorfey@mx2.unisc.br
*****************************
Fonte: Fenaj
| Mídia e poder |
03/07/2006 | 19:07 |
| Parlamentares e jornalistas discutem relação entre mídia e política |
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O presidente da Comissão de Legislação Participativa, deputado Geraldo Thadeu (PPS-MG), cobrou mais responsabilidade da imprensa no seu papel de mediar o relacionamento da sociedade com o Congresso. O assunto foi tema de painel, dia 28, em seminário promovido pela comissão com jornalistas, cientistas políticos e parlamentares. Eles discutiram a relação entre cidadania, mídia e política.
A deputada Iriny Lopes (PT-ES), que também participou do encontro, defendeu a liberdade de imprensa, mas lembrou que isso pressupõe responsabilidade. "Para que a mídia tivesse mais responsabilidade, precisaria ser cobrada pela sociedade, mas esta não tem informações para exercer esse controle", afirmou a parlamentar.
'Coronelismo eletrônico' Durante o seminário, também foram feitas críticas a parlamentares que são proprietários de emissoras de rádio e TV. O editor do Observatório da Imprensa no Rádio, jornalista Mauro Malin, pediu ajuda aos integrantes da Comissão de Legislação Participativa para encontrar formas de combater o "coronelismo eletrônico".
Malin criticou o fato de vários deputados e senadores serem donos de emissoras de rádio e TV. Alguns, continuou ele, fazem parte da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática que julga as outorgas das emissoras.
Conselho Já o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Sérgio Murillo de Andrade, endossou as críticas de que a mídia exerce mal sua função educativa. Ele defendeu, no entanto, a liberdade do jornalista de estabelecer critérios editoriais, mas disse que os profissionais devem tentar equilibrar o conteúdo. Segundo ele, a FENAJ retomará no próximo ano o debate sobre a criação do Conselho Federal dos Jornalistas, rejeitado no ano passado por pressão de alguns órgãos de comunicação, como afirmou.
Com informações da Agência Câmara |
Regulamentação do exercício da profissão de jornalista
Plenário
04/07/2006 - 17h50
Legislação que regulamenta o exercício da profissão de jornalista volta à Câmara
O Senado aprovou, com emenda, nesta terça-feira (4), projeto que revisa e contextualiza o decreto-lei que regulamenta o exercício da profissão de jornalista. A matéria (PLC 79/2004), de autoria do deputado Pastor Amarildo (PSC-TO), discrimina e classifica novas atribuições e atividades privativas desses profissionais.
Quando o Decreto-Lei 972 foi editado, em outubro de 1969, a atividade jornalística se institucionalizou, mediante a exigência de diploma de nível superior para a obtenção do registro profissional. A polêmica sobre a obrigatoriedade do diploma se estende até os dias atuais, mas o fato é que, embora a legislação tenha sido submetida a revisões, o decreto se encontra, como observou o deputado Pastor Amarildo, "completamente desatualizado" diante do surgimento de novos veículos e novas formas de atuação no âmbito da comunicação social.
O projeto aprovado nesta terça contempla a diversificação das funções, incluindo novas figuras não apenas dentro dos veículos de imprensa tradicionais, como o produtor jornalístico ("profissional que apura as notícias, agenda entrevistas e elabora textos jornalísticos de apoio ao trabalho da reportagem"), mas também fora deles, como o professor de jornalismo e o assessor de imprensa ("presta serviço de assessoria ou consultoria técnica na área jornalística a pessoas físicas ou jurídicas").
Também acrescenta outras atribuições às funções que já eram reconhecidas (repórter, editor, redator, revisor, diagramador, repórter fotográfico, ilustrador etc), sempre relacionadas às ferramentas trazidas pelo advento da Internet e das novas tecnologias de uma forma geral.
O senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que relatou a matéria na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), observou que ela é fundamental para assegurar aos jornalistas garantias plenas ao exercício da profissão, prerrogativas necessárias à liberdade de imprensa e à busca da verdade. Para ele, "a própria responsabilidade profissional pode ficar diluída ou incerta na inexistência de uma legislação clara".
"As novas tecnologias desafiam a competência dos profissionais da mídia. A informática revolucionou a produção de textos e de imagens. Os desafios desse novo contexto exigem atualização constante dos jornalistas, num campo de trabalho altamente competitivo e estressante. A legislação, nesse sentido, precisa acompanhar os novos condicionantes, oferecendo normas claras que reconheçam as novas funções desempenhadas nessa área ocupacional", diz Azeredo em seu parecer.
O projeto volta à Câmara.
Raíssa Abreu / Repórter da Agência Senado
Praça fantástica
http://gmc.globo.com/GMC/0,,2465-p-M494592,00.html
Ô colegas!! Vejam só como a nossa coleguinha é eficiente!!! A praça de Victor Graeff foi citada no Fantástico como um dos 1000 lugares fantásticos do Brasil! Essa guria é pura bucha mesmo!!!Quem não viu pode acessar esse link para ver a famosa praça. É o segundo lugar que o Zeca Camargo apresenta.
:)
Colegas, como diria nosso ancestral Boris Casói, isso é uma vergonha!!!
Todas as peças de um carro custam
quatro vezes mais que um veículo completo
Uma reportagem da Central Nacional de Televisão (CNT) denunciou o abuso de poder econômico das montadoras de veículos no Brasil. Segundo a reportagem do canal 46 UHF de Porto Alegre, comprar todas as peças de um automóvel separadamente custa quatro vezes mais do que um carro zero kilômetro completo. As concessionárias já apresentaram denúncia ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em 1999, mas até agora não houve posicionamento. Agora, a entidade que representa estabelecimentos de auto-peças entraram com uma ação civil pública junto ao Ministério Público e ao Conselho Nacional de Defesa do Consumidor.